Volta às aulas exige atenção redobrada para prevenir infecções respiratórias em crianças

Pediatra orienta sobre vacinação, higiene e cuidados essenciais para reduzir riscos no ambiente escolar As escolas estão para retomar suas atividades e um alerta da Doutora Greter Fernandez são para os cuidados para as infecções respiratórias. A pediatra cita que a exposição a vírus e bactérias aumentam no retorno das aulas, pois as crianças ficam em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. E reforça que os cuidados essenciais incluem: atualização da carteira vacinal, higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool 70%, evitar compartilhar objetos pessoais (copos, talheres, garrafinhas), manter os ambientes bem ventilados. “Crianças com sintomas (febre, tosse intensa, secreção nasal) devem ficar em casa.”, orienta a médica. A Dra. Greter destaca que as infecções mais comuns nesse período incluem resfriados, causados principalmente pelo rinovírus, gripe (Influenza), bronquiolite — mais frequente em crianças menores de dois anos e geralmente associada ao vírus sincicial respiratório (VSR) —, além de amigdalite, otite média, sinusite e a Covid-19, que ainda circula, embora em menor escala. Cuidados básicos fazem a diferença na prevenção Os cuidados dos pais e responsáveis nesse período de volta às aulas podem diminuir e preservar a saúde das crianças, e são eles: observar sintomas respiratórios: tosse, coriza, febre, cansaço; estimular boa alimentação e hidratação, colocar álcool em gel e lenços umedecidos na mochila, informar prontamente à escola sobre qualquer diagnóstico de infecção; como prevenção e respeito ao próximo não enviar a criança doente para a escola; e “garantir que a criança durma bem e mantenha sua imunidade em dia.”, ressalta a pediatra. O tratamento dessas infecções respiratórias, devidamente com acompanhamento médico, depende muito da causa. A maioria das infecções é viral e melhora com sintomáticos, repouso e hidratação. Já casos bacterianos, como amigdalite estreptocócica, sinusite purulenta, precisam de antibióticos prescritos pelo pediatra. A doutora explica que “o tratamento mais eficaz é aquele individualizado, conforme idade, sintomas e histórico da criança. Evitar automedicação. Corticoides, antibióticos ou xaropes não devem ser usados por conta.” Consulta pediátrica antes do início das aulas é aliada da prevenção Como forma de prevenção, a pediatra recomenda uma consulta médica antes do início do ano letivo. “É uma excelente oportunidade para atualizar as vacinas, receber orientações personalizadas, avaliar a saúde geral da criança e identificar precocemente sinais de baixa imunidade, alergias ou infecções”, conclui a Dra. Greter Fernandez.

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