Bandeira amarela em junho acende alerta de custos e acelera busca por autonomia energética no mercado B2B

Com início do período seco, indústrias e comércios correm contra o relógio para investir em energia solar e blindar orçamentos contra a volatilidade tarifária
A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) de manter a bandeira tarifária amarela para o mês de junho traz novamente para o debate os impactos dos custos de energia no planejamento financeiro de indústrias e comércios brasileiros. O acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos na conta de luz está relacionado ao início do período seco no país, que reduz a geração hidrelétrica e amplia a necessidade de utilização de usinas termelétricas, de custo operacional mais elevado. Em um cenário em que o mercado financeiro projeta inflação de 3,99% para este ano e os custos operacionais seguem no radar das empresas, iniciativas voltadas à eficiência energética ganham relevância. Nesse contexto, projetos de geração própria de energia, como os sistemas fotovoltaicos, têm sido considerados por empresas que buscam maior previsibilidade em seus gastos com eletricidade. "A manutenção da bandeira amarela pela ANEEL neste início de junho reforça como fatores climáticos e regulatórios podem impactar os custos de energia das empresas", afirma Dimael Monteiro, diretor-geral da Helte, empresa brasileira especializada em soluções de energia solar para o mercado B2B. "Após quatro meses de bandeira verde, a mudança evidencia a influência do regime de chuvas na matriz elétrica brasileira e seus reflexos sobre o consumidor." Segundo o especialista, o mercado empresarial tem ampliado o olhar sobre a gestão energética como parte da estratégia operacional. "O cliente comercial e industrial passou a avaliar não apenas o custo imediato da energia, mas também alternativas que contribuam para maior previsibilidade financeira. Ao mesmo tempo, a redução observada nos preços dos componentes solares nos últimos anos tem favorecido a análise de viabilidade desses projetos", explica Monteiro. Esse movimento também amplia a atuação de distribuidoras e fornecedores especializados no suporte a integradores e instaladores fotovoltaicos em diferentes regiões do país. A Helte observa um crescimento do interesse por soluções que contribuam para a diversificação das fontes energéticas e para o aumento da eficiência operacional das empresas. "Nossa atuação envolve fornecer tecnologia e suporte para que os integradores entreguem projetos adequados às necessidades de cada cliente. Além dos sistemas fotovoltaicos conectados à rede, observamos um avanço gradual de soluções híbridas com armazenamento de energia, que ampliam as possibilidades de gestão energética para empresas de diferentes segmentos", conclui o diretor-geral da Helte, Sobre a Helte A Helte é uma empresa brasileira especializada em soluções de energia solar para o mercado B2B, atuando como parceira estratégica de integradores e instaladores em todo o país. Com sede em Marechal Cândido Rondon-PR, a companhia acumula aproximadamente 2,6 GWp de potência instalada e é reconhecida pela oferta de tecnologias de ponta, processos rigorosos de controle de qualidade, logística eficiente e modelos de atendimento voltados à agilidade e à escala dos projetos de energia renovável no Brasil.

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